Home / Curiosidades / Como Provar A Existência Dos Dinossauros?

Como Provar A Existência Dos Dinossauros?

Você já se questionou sobre a real existência, a milhões de anos, dos dinossauros? Será que eles realmente existiram? É sobre isso que falaremos no post de hoje. Vem com a gente e descubra se de fato estes animais existiram e como é possível comprovar isso.

Os Dinossauros

A palavra dinossauro significa lagartos terríveis, mas em nada estes animais se assemelham aos répteis, diferenciando-se destes principalmente pela capacidade de manter a temperatura corporal, o que não ocorre com os répteis, além da postura, das patas claramente retas e igualmente pelo comportamento mais ativo.

Ainda dentro da denominação de dinossauro, temos diversos animais que são membros do clado Dinosauria e segundo estudos teriam vivido a pelo menos duzentos e trinta e três milhões de anos atrás. Ainda de acordo com estudos da Paleontologia, que atesta a existência destes animais, eles teriam sido, por mais o menos cento e cinquenta e sete milhões de anos, o grupo de seres vivos dominantes do planeta Terra. Tendo a sua extinção ocorrida em meados de um período de tempo de aproximadamente sessenta e cinco milhões de anos atrás.

Antes de detalharmos como a existência dos dinossauros é atestada pela Paleontologia, vamos explicar um pouco sobre seu processo de desaparecimento, que não é de conhecimento de todos.

Dinossauros
Dinossauros

Os Dinossauros Desapareceram

Os dinossauros desapareceram a cerca de sessenta e cinco milhões de anos, no fim do período denominado Cretáceo. A hipótese mais aceita para a extinção destes animais seria o de um meteorito que se chocou contra à Terra gerando um evento catastrófico que culminou na extinção em massa dos dinossauros.

Com o choque do meteorito houve na Terra uma grande explosão que carbonizou a grande maioria dos animais que vivam aqui neste momento. Os poucos que sobreviveram a explosão acabou enfrentando dificuldades para se perpetuar, em um primeiro momento isso teria acontecido pela queda da temperatura que ocorreu por conta de uma grande massa de poeira que encobriu à Terra evitando a passagem de Sol. A partir deste quadro outra dificuldade que os animais encontraram foi que as árvores acabaram secando. A partir de então, as chances de sobreviver foram aqueles que não dependiam das árvores para criar o seu abrigo e retirar o seu alimento.

Após o evento catastrófico envolvendo o choque do meteorito, os únicos dinossauros que sobreviveram foram as aves, segundo evidências fósseis.

Como Sabemos De Tudo Isso?

Graças aos registros fósseis. Isso mesmo, simples assim. Sabemos de tudo isso por meio dos registros fósseis encontrados que além de determinar que de fato os dinossauros existiram, nos permite determinar muito de seu comportamento e suas características físicas. De acordo com estes registros, sabemos que houve cerca de mais de quinhentos gêneros diferentes de animais voadores e mais de mil espécies não aviárias diferentes. Ainda foi possível estabelecer que parte destes animais eram herbívoros e parte carnívoros, alguns bípedes (que se deslocavam apenas sobre dois membros, como nós) e outros quadrúpedes (que se deslocavam com quatro membros, como os cães).

Como os dinossauros foram extintos a tanto tempo, tudo o que sabemos sobre estes gigantes animais, sabemos por meio dos fósseis e justamente por isso o estudo fóssil e a sua descoberta são tão importantes. É por meio deles que podemos determinar a evolução biológica dos seres vivos bem como as transformações da própria mãe Terra.

Como estamos falando sobre as descobertas por meio dos fósseis, resolvemos trazer aqui um pouco de tudo o que os cientistas já descobriam sobre os dinossauros estudando os seus vestígios. Mas antes, vamos entender os tipos de fósseis que temos e o que eles evidenciam.

Tipos Fósseis

Existem diversos tipos de fossilização (meio pelo qual determinada evidência do ser vivo é preservada), dentre as mais comuns temos a inclusão em âmbar (que é muito comum no caso de insetos), a conservação de partes duras e resistentes e também a criopreservação (que corresponde a preservação de animais e seres vivos no gelo). Apesar dos diferentes meios em que o fóssil pode acabar sendo gerado, ele pode ser de apenas dois tipos.

Existem os fósseis de restos, que consistem em uma evidência direta da existência de um determinado ser vivo e é quando uma parte do mesmo é preservada. São tidos como fósseis de resto, dentes, carapaças e ossos. Também são os mais comuns de ocorrerem uma vez que consistem na conservação de partes mais duras e resistentes dos seres vivos. O segundo tipo de fóssil que pode ser encontrado é o fóssil de vestígio e é uma evidência indireta da existência de um determinado ser vivo. São fósseis de vestígio marcas de pegadas, cascas de ovos, excrementos e secreções.

Agora que já sabemos os tipos de fósseis vamos ver o que já foi possível descobrir sobre os dinossauros por meio deste importante instrumento de pesquisa.

Dinossauros, Pulgas E Outras Coisas

Os pesquisadores já descobriram que os dinossauros possuíam uma forte semelhança com os nossos cachorros. Eles possuíam pulgas, isso mesmo, segundo um estudo assinado pelo Museu Nacional de História Natural de Paris, os dinossauros possuíam pulgas. Esta afirmação é feita com base em uma descoberta arqueológica destes animais e haviam pulgas que, de acordo com os pesquisadores se alimentavam do seu sangue. Com a extinção dos dinossauros, estas pulgas acabaram se adaptando a buscar alimento nos animais sobreviventes.

As pulgas encontradas nesta descoberta possuíam mais de vinte milímetros de comprimento, enquanto as atuais não passam de cinco.

Outra informação já descoberta é que o maior dinossauro que já existiu é o Argentinossauro que pesava mais de cem toneladas e possuía mais de vinte e um metros de altura e quarenta e cinco de comprimento. Mas não para por ai, muito foi possível estabelecer sobre estes animais e uma destas coisas é que os dinossauros sofriam de artrite, assim como nós seres humanos, ao menos quando envelheciam. Isso é o que aponta o estudo coordenado por pesquisadores ingleses após a descoberta do fóssil do pliossauro que viveu há mais de cento e cinquenta milhões de anos atrás. Ao analisar os registros fósseis os pesquisadores determinaram que o animal sofrera de artrite na mandíbula, uma vez que o desgaste encontrado em seus ossos era muito similar ao quadro considerado de artrite.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *