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11 Curiosidades das Renas: Tamanho, Peso e Fotos

As renas moram beeem longe do território brasileiro, mas ainda assim, provavelmente, você já ouviu falar delas. Então, porquê não aproveitar esse momento para conhecer um pouco mais desse símbolo tão característico do natal?

1) As renas possuem chifres que caem

Primeiro: não são só os machos que possuem chifres, mas as fêmeas também – apesar de serem menores. E segundo: eles caem no inverno, pois perdem seu propósito. O animal os usa para lutar contra seus rivais na época de acasalamento, se defender de predadores e também como forma de perder o calor acumulado. No inverno, é importante que a galhada caia para que a rena mantenha o calor em seu copo. Já no verão, o processo é o contrário, pois ela precisa se livrar do calor. Dessa forma, o próprio organismo do animal faz as regulagens necessárias.

Renas
Renas

2) Para onde vão os chifres?

Resposta: para o estômago dos roedores e outros animais. A galhada é repleta de minerais, como o cálcio, e é aproveitada por animais para manter uma dieta balanceada. Além disso, comer os chifres dispensados significa, também, limpar o ambiente. Nesse ciclo, todos saem ganhando.

3) Independentes: mantêm-se aquecidas sozinhas

As renas, assim como todos os outros mamíferos, são homeotérmicas. Ou seja, conseguem regular a própria temperatura quando necessário. O calor é retido em seus pelos quando o frio se torna intenso no hemisfério norte – habitat do animal – e ajuda a evitar que alguma doença se desenvolva. Importante destacar que a rena possui duas camadas de pelos, sendo uma mais exterior, com pelos mais suaves, enquanto na camada interior os pelos são bem mais densos.

4) Camuflagem!

Ainda sobre a camada de pelos do animal, a rena emprega a técnica de camuflagem para que seja capaz de ser infiltrar na vegetação. Dependendo da época, ela possui diferentes tonalidades em seu pelo. No verão, a cor é mais escura, enquanto no inverno adquire tons mais claros. Assim, evita ataque de predadores e consegue passar mais despercebida ao tentar capturar alguma presa.

5) Patas poderosas

Segundo estudiosos observaram, além de pelos que se adaptam à temperatura, as patas das renas também passam por esse processo. No inverno, por exemplo, em que há muita neve, o casco é posto em evidência para permitir a retração das almofadas e, assim, o animal pode caminha mais tranquilamente, sem afundar a cada instante.

6) Título de “mamífero terrestre com maior capacidade de migração”

Quando se aproxima a primavera e a temperatura começa a aumentar, as renas partem para o norte em busca de um clima mais ameno. Conforme estudiosos observaram, alguns grupos de renas norte-americanas são capazes de caminhar até 37 km/dia (trinta e sete quilômetros por dia), chegando ao total de até 5 mil km por ano. A viagem de volta ao habitat se dá com a chegada do outono, quando o frio retorna aos poucos.

7) Corredoras e nadadoras

Assim como alguns grupos mostram disposição para caminhar longas distâncias por dia, as renas se mostram animais bem-dispostos quando se trata de movimentar o corpo. Nadando, são capazes de atingir até 10 km/h, atravessando grandes extensões de mares frios e com forte correnteza. Além disso, os pequenos filhotes já mostram essa disposição pouco depois de nascer: com apenas 90 minutos de vida, eles já são capazes de correr distâncias consideráveis para um recém-nascido – ênfase no recém! Com cinco meses de idade, ocorre o desmame do pequeno.

8) Peso, tamanho e alimentação da rena

Segundo pesquisas, o macho pode atingir até 300 quilos, além de 60 centímetros de altura e 200 centímetros de comprimento. Comparada ao lado masculino, as fêmeas possuem um porte perceptivelmente menor. Seu peso, por exemplo, é capaz de atingir a média dos 170 quilos, evidenciando essa diferença. Outra diferença é em relação a longevidade: a fêmea é capaz de viver entre 12 e 16 anos, em média, enquanto o macho tem sua expectativa de vida em um patamar inferior.

Quando a alimentação, as renas alimentam-se apenas de vegetais, já que são herbívoras. No ambiente quase sempre frio em que vivem, essa dieta pode ser um pouco complicada de seguir. Quando não há capim e arbustos disponíveis, elas se viram como podem e os líquens acabam sendo a melhor alternativa, até por serem fonte de carboidratos. Por ser tão frequente na alimentação do animal, a espécie de líquens cientificamente denominada como Cladonia rangifera ficou conhecida popularmente como “musgo de rena”.

9) Veem além do visível

As renas conseguem enxergar comprimentos de ondas com até 320 nanômetros. Quanto menor esse número, mais detalhes são captados pela visão. Para efeito de comparação, o limite dos humanos chega em torno dos 400 nanômetros, perdendo para o animal nesse quesito. O que só conseguimos enxergar com o auxílio da luz negra, elas enxergam de forma regular. Essa característica é bem importante para sobreviver em meio ao Ártico, já que a luz lá costuma ser forte.

10) Beirando a extinção

De acordo com a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), a rena está na Lista Vermelha de espécies ameaçadas. O dado mostra que o risco da espécie entrar em extinção é alto, a menos que alguma medida de proteção seja tomada com urgência.

11) Menção honrosa!

Uma curiosidade que não poderia ser deixada de fora é a seguinte: sabia que o leite da rena é considerado como poderoso? Pois é! Por meio de comparações, constatou-se que é o mais rico e nutritivo entre os produzidos por um mamífero terrestre. Enquanto o leite bovino contém cerca de 4% de nata, o da rena chega a aproximadamente 22%, além de possuir mais 10% de proteína. O título não foi dado em vão, isso é certeza!

Agora sim, o fim. Como foi conhecer mais a fundo esse animal tão interessante? Temos certeza que pelo menos alguma das 10 curiosidades te surpreendeu, certo? Nos diga qual, adoraríamos saber!

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